Tapiruçu (Haplomastodon waringi)
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Haplomastodon waringi |
Nomes alternativos: gonfotério (português) tapiruçu (tupi), hurin hatun huagra (quéchua). Comprimento médio: machos 4,5 metros, mais 1,50 m de tromba e 1 m de cauda; as presas medem 1,20 m a 1,50 m e pesam 6 a 12 kg cada uma; fêmeas 4 m, mais 1,30 m de tromba e 0,85 cm de cauda; as presas medem 1 m a 1,30 m e pesam 4 a 8 kg. Altura média: machos, 3 m; fêmeas, 2,60 m. Massa média: macho, 4 toneladas (+16); fêmea, 2,5 toneladas (+14). Hábitat: cerrados e campos da América do Sul, de 2.000.000 a.C. até cerca de 400 d.C. Inteligência Abstrata: -9; Inteligência Concreta: -3; Resistência: +3; Proteção: +1; Tamanho: +2; Saúde: +2; Mobilidade: -1½; Sentidos: +3 (Olfato: +10; Audição: 0; Visão: 0); Dificuldade de treinamento: +2. Habilidades: Força: machos +16, fêmeas +15 (com a tromba, +5 e +4, respectivamente); Combate: +2; Esquiva: 1½; Natação: +2; Corrida: +7; Caça: 0. Manobras de combate: Golpe de presa: macho (4½ / 5½); fêmea (4 / 5); Golpe de tromba: (2 / 2); Atropelamento: macho +4, fêmea, +3½.
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Cuvieronius tropicus |
Nomes alternativos: gonfotério (português), tapiruçu da serra (português), aputapira (tupi), hanan hatun huagra (quéchua). Comprimento médio: machos 4 metros, mais 1,50 m de tromba e 1 m de cauda; as presas medem 1,20 m a 1,50 m e pesam 6 a 12 kg cada uma; fêmeas 3,50 m, mais 1,30 m de tromba e 0,85 cm de cauda; as presas medem 1 m a 1,30 m e pesam 4 a 8 kg. Altura média: machos, 2,70 m; fêmeas, 2,35 m. Massa média: macho, 3 toneladas (+15); fêmea, 2 toneladas (+13). Hábitat: florestas montanhosas da Califórnia à Argentina, de 2.000.000 a.C. até cerca de 400 d.C. Inteligência Abstrata: -9; Inteligência Concreta: -3; Resistência: +3; Proteção: +1; Tamanho: +2; Saúde: +2; Mobilidade: -1½; Sentidos: +3 (Olfato: +10; Audição: 0; Visão: 0); Dificuldade de treinamento: +2. Habilidades: Força: machos +15, fêmeas +14 (com a tromba, +5 e +4, respectivamente); Combate: +2; Esquiva: 1½; Natação: +2; Corrida: +7; Caça: 0. Manobras de combate: Golpe de presa: macho (4½ / 5½); fêmea (4 / 5); Golpe de tromba: (2 / 2); Atropelamento: macho +4, fêmea, +3½.
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Características
Cuvieronius tropicus e Haplomastodon waringi (às vezes chamado também Stegomastodon waringi, o que o relacionaria aos outros mastodontes desse gênero, que viveram no Plioceno) foram os últimos dos mastodontes, proboscídeos semelhantes ao elefante moderno, mas proporcionalmente menos altos, mais compridos e mais robustos. Pertenciam à família dos gonfotérios, que existiu no continente americano até época relativamente recente. Viveram do México à América do Sul de 2.000.000 a.C. a cerca de 400 d.C. (pelo menos no caso dos Cuvieronius). A extinção foi provavelmente resultado de caça excessiva por parte dos índios.
Provavelmente formavam, como os elefantes modernos, manadas de 15 a 30 animais, cobrindo grandes distâncias (até 20 km por dia) em busca de água e alimento. Cada um necessita de 200 kg de vegetação e 250 litros d’água por dia. Suas presas longas e retas podem ter servido como armas eficazes.
Como o esmalte nos incisivos de Cuvieronius se preservavam melhor do que os do seu vizinho, com o qual às vezes compartilhava os mesmos ambientes, acredita-se que este consumia plantas com menos teor de sílica nas folhas – vivia, portanto, em montanhas cobertas de bosques e florestas, enquanto o Haplomastodon habitava os campos e cerrados, onde as plantas são mais lenhosas.
Espécies afins
Além do Cuvieronius tropicus, existiu também o Cuvieronius hyodon, da América Central. Os gonfotérios incluíram também outros gêneros: Sinomastodon (duas espécies), Eubelodon (uma espécie), Rhynchoterium (três ou quatro espécies), Notiomastodon (uma espécie) e Stegomastodon (quatro espécies, sem considerar o waringi).
O Brasil dos outros 500
No Brasil dos outros 500, existem dezenas de milhares de Haplomastodons nos cerrados, caatingas, pampas e pantanais do sertão do Brasil, onde são conhecidos como tapiruçus e das terras baixas tropicais do Tawantinsuyu, onde é chamado hurin hatun huagra – e de Cuvieronius no Tawantinsuyu, onde é conhecido como hanan hatun huagra, nas encostas Cordilheira dos Andes e nas regiões montanhosas do sudeste do Brasil, onde são chamados de tapiruçus da serra. São os maiores mamíferos do Brasil, depois do mapinguariçu.
A caça é regulamentada, mas caçadores clandestinos de marfim ameaçam o futuro da espécie. O marfim do tapiruçu é considerado de qualidade superior ao do elefante africano ou indiano e vale o dobro (cerca de 1$000 por quilo).
Os tapiruçus podem ser domesticados. São, porém, um pouco menos inteligentes, fortes e hábeis que os elefantes indianos e suas presas não são adequadas para erguer grandes pesos (no máximo, 200 kg, ante 400 kg de um elefante indiano macho). Podem, porém, ser treinados para arrastar pesos de até uma tonelada e para espetáculos de circo.
Atlântida
No universo de Atlântida, os tapiruçus são encontrados nas áreas tropicais e subtropicais do Continente Ocidental (aproximadamente correspondente às Américas), Antília e Poseidônis, onde são domesticados para trabalhos agrícolas.
Solidariedade Galáctica
No Universo da Solidariedade Galáctica, os tapiruçus continuam a existir com a mesma distribuição do Brasil dos outros 500.